Ponto de convergência
- há 1 dia
- 2 min de leitura
Randolfe é o único nome do campo de esquerda a disputar em outubro próximo a manutenção de um mandato progressista popular. Se faz necessário lembrar que uma frente progressista/popular de apoio ao seu mandato nunca foi tão necessária quanto hoje.

(Por Fernando França)
Randolfe Rodrigues é uma das personalidades políticas mais marcantes da história recente do Amapá e do Brasil. Ao contrário do que muita gente imagina, ele não ganhou projeção no estado ao ser eleito deputado estadual em 1998. Sua projeção começou ao liderar com personalidade única o movimento estudantil e ao assumir com muito protagonismo a pasta de juventude durante o governo de João Capiberibe, em 1995. Sua trajetória política é consequência de uma luta que começou pela juventude, dialogando com todos os setores e produzindo um trabalho político com reflexos até hoje. E ninguém pode negar isso!
No Senado, desde a sua primeira eleição em 2010, manteve-se leal a sua história de luta, mantendo sua vida pública sempre vinculada às lutas sociais, à defesa da democracia, da educação pública, dos direitos humanos, das pautas históricas do povo brasileiro e do Amapá. E agora, mais uma vez se posiciona ao lado do trabalhador, junto a outros poucos parlamentares do Amapá a pedir publicamente o fim da escala de trabalho 6x1.
Vale lembrar, que em meio as posições firmes em defesa da democracia e enfrentando, muitas vezes quase sozinho, forças conservadoras poderosas, Randolfe seguiu coerente. Essa coerência teve custos. Randolfe sofreu desgaste político, perdeu capital eleitoral, enfrentou críticas diversas. Ainda assim, escolheu permanecer leal às suas convicções. E hoje mostra-se tão necessário quanto nunca.
Com muita humildade fez o caminho de volta ao PT, seu principal palco político, partido do qual é atualmente expressão máxima. E cabe a ele liderar a legenda por necessidade histórica. E junto a outras lideranças de legendas distintas, a reconstrução política do campo progressista/popular, qual Randolfe é o único candidato, e deve ser o principal ponto de convergência de campo para o Senado no Amapá nas eleições deste ano.
Por isso é importante reunir todas as forças em defesa do seu mandato. Não é momento de dividir, mas sim de reorganizar. Vale lembrar, que partidos de esquerda e outras forças progressistas - sindicatos, associações, cooperativas… - como Frente Popular constituam até hoje, como pontos importantes para a confluência necessária à manutenção de um mandato tão importante para o Amapá e o Brasil.
O Amapá e seu povo precisa reconhecer em Randolfe a sua importância e manter o equilíbrio de forças no estado. Isso é extremamente salutar para a democracia do jogo eleitoral.













Comentários