Polícia Federal aponta destruição de provas em Macapá para basear prorrogação de afastamento
- há 1 hora
- 1 min de leitura

A Polícia Federal apontou, em representação enviada ao Supremo Tribunal Federal (STF), indícios de destruição de provas no âmbito da investigação que apura desvio de recursos públicos na Prefeitura de Macapá. O quadro foi decisivo para que o ministro Flávio Dino prorrogasse o afastamento do vice-prefeito Mario Rocha de Matos Neto e de outros servidores.
Segundo a PF, após o cumprimento das medidas cautelares, foram registrados episódios como a subtração de discos rígidos (HDs) de computadores do departamento de licitações e a invasão das dependências da Secretaria de Finanças, onde há documentos sensíveis sobre pagamentos e processos.
Houve também registros de subtração de documentos e HD’s da Macapá Previdência, conforme denúncia feita pelo prefeito interino Pedro DaLua (UB) à Polícia Federal.
A autoridade policial também relatou dificuldades de acesso a e-mails institucionais, sistemas e processos físicos, além de corte de cabos de rede e queda de sistemas em órgãos estratégicos. Para a PF, a natureza seletiva das ações — focada em setores diretamente ligados ao objeto da investigação — revela risco concreto de eliminação de vestígios de possíveis irregularidades licitatórias.













Comentários