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Governo do Amapá é destaque em evento nacional de tecnologia em segurança pública

4 de mai.
2 min de leitura

Com a maior redução de mortes violentas do Brasil e o melhor resultado dos últimos 15 anos, o Amapá foi um dos grandes destaques do Smart Security Summit, realizado em Recife (PE). O evento reuniu gestores públicos e empresariais da área de segurança, e a experiência amapaense foi apresentada como “case de sucesso” para as demais unidades da Federação.


O secretário de Justiça e Segurança Pública do Estado (Sejusp), Cézar Vieira, detalhou as ações que levaram ao reconhecimento. O foco da apresentação foram os investimentos em tecnologia de ponta, a integração entre as forças policiais e a utilização de inteligência de dados para o combate estratégico à criminalidade.



“Todo avanço que implementamos em nosso estado se dá na esteira das decisões políticas, das determinações do governador Clécio Luís, em definir a preservação da vida e da ordem como prioridades, e assim encarar a criminalidade de frente”, enfatizou o secretário.


Um dos principais instrumentos citados por ele é o Centro Integrado de Comando e Controle Móvel (CICCM), conhecido como Carreta da Segurança. Empregado em grandes eventos e policiamentos de alta complexidade, o equipamento pode ser levado também ao interior do estado. O Amapá é um dos quatro estados brasileiros a contar com uma unidade desse tipo, fruto de um investimento de aproximadamente R$ 12 milhões.


“São apenas quatro unidades desse tipo no Brasil, e uma delas está no Amapá. Equipada com inteligência artificial, já tivemos a experiência de identificar infratores em flagrante delito a quilômetros de distância, e até mesmo antecipar situações de tumulto, aplicando com mais eficácia o efetivo policial”, concluiu Cézar Vieira.


O diretor de tecnologia e organizador do evento, Bruno Rosa, destacou que sistemas de inteligência artificial como o empregado pela Carreta da Segurança são indispensáveis para promover um verdadeiro cercamento tecnológico, permitindo monitorar grandes volumes de pessoas e veículos com muito menos recursos e maior precisão.


“Antigamente, seriam necessários quantos agentes para monitorar um público de 20, 50 mil pessoas? Hoje esse trabalho é realizado com muito menos recursos e maior precisão através da inteligência artificial, capaz de não apenas identificar situações em curso como até mesmo antecipar agressões”, afirmou Rosa.

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