DaLua antecipa pagamento de cachê de artistas locais e enterra um ciclo de atrasos
- há 1 dia
- 2 min de leitura
Atualizado: há 23 horas

Macapá (AP) – A programação do Macapá Verão 2026 nem bem terminou e a Prefeitura, numa atitude que marca uma nova era para a cultura amapaense, já efetuou o pagamento dos cachês dos artistas que se apresentaram na primeira semana da programação do evento. A medida, que já está sendo celebrada como um marco de respeito e valorização, enterra um ciclo de cinco anos de atrasos e promessas não cumpridas.
A decisão, determinada pelo prefeito Pedro DaLua (União), priorizou a agilidade nos processos administrativos para garantir que músicos, bandas, grupos culturais, dançarinos e equipes técnicas recebessem seus recursos sem a necessidade de aguardar meses após as apresentações, como ocorria em edições anteriores.
Um contraste com o passado

A nova postura da gestão municipal contrasta fortemente com a realidade vivida pelos artistas locais nos últimos anos. Na administração anterior, era comum que os profissionais fossem convocados para shows e eventos, mas depois penassem por meses para receber o cachê combinado. A situação se tornou tão crítica que muitos artistas se viam obrigados a organizar protestos em frente à Prefeitura para cobrar seus direitos, em um verdadeiro calvário que incluía filas, desculpas esfarrapadas e um desrespeito constante à classe artística.
Enquanto os artistas locais amargavam atrasos e falta de suporte, a gestão anterior frequentemente priorizava a contratação de nomes nacionais, relegando a cultura do estado a um segundo plano. Com a atual administração, o cenário se inverte: o artista local passa a ser tratado como prioridade.
“Essa atitude demonstra que o nosso compromisso com quem faz a cultura acontecer não é apenas de palavras, mas de ações concretas. O artista local é a nossa prioridade e merece respeito”, destacou a gestão municipal.
Impacto na economia criativa
Além do reconhecimento ao trabalho dos artistas, a antecipação dos pagamentos representa um fôlego para a economia criativa de Macapá. Ao receberem seus cachês ainda durante o evento, os profissionais podem utilizar os recursos para custear despesas imediatas, investir em novos projetos e manter a sustentabilidade de suas atividades, aquecendo todo o setor cultural.











Comentários