top of page

Sabotagens, fake news e um “gabinete do ódio” ligado à gestão Furlan está sendo denunciado por DaLua

  • há 4 horas
  • 2 min de leitura

O prefeito em exercício de Macapá, Pedro DaLua, foi às redes sociais denunciar uma suposta onda de sabotagem administrativa e disseminação de fake news contra a atual gestão municipal. Segundo ele, as ações teriam como objetivo desgastar o governo interino e prejudicar o funcionamento da prefeitura.


Em vídeo divulgado nesta quinta-feira (12), DaLua desmentiu uma notícia que circulou nas redes sociais afirmando que a prefeitura estaria retirando impressoras das escolas municipais. O prefeito afirmou que a informação é falsa e citou um episódio ocorrido na Escola Municipal Yalisson Andrade de Moura, onde um motorista da Secretaria Municipal de Educação teria ido ao local para buscar uma impressora alegando que a ordem teria partido da prefeitura, devido ao encerramento do contrato de aluguel do equipamento.


De acordo com DaLua, tanto a disseminação da fake news quanto a tentativa de retirada do equipamento fariam parte de uma estratégia para desgastar a gestão interina.


O prefeito também apontou como mais grave o pedido de exoneração em massa de integrantes do secretariado ligados ao ex-prefeito Dr. Furlan, o que, segundo ele, teria dificultado o processo de transição administrativa e o acesso a informações essenciais para a continuidade dos serviços públicos. Para DaLua, a medida teria sido uma ação coordenada com a lógica do “quanto pior, melhor”, visando provocar a paralisação de serviços e responsabilizar a atual gestão.


Em coletiva à imprensa, o prefeito afirmou que a falta de acesso a informações e sistemas da administração municipal chegou a dificultar procedimentos básicos, como pagamentos relacionados ao Caixa Escolar.



Além das denúncias de sabotagem, DaLua informou que levou à Polícia Federal uma denúncia sobre a existência de um suposto “gabinete do ódio”, que, segundo ele, teria sido organizado durante a gestão do ex-prefeito Dr. Furlan e continuaria em atividade. De acordo com a denúncia, o grupo utilizaria recursos públicos para produzir e impulsionar ataques políticos, difamações e campanhas de desinformação nas redes sociais.


A denúncia pede investigação para apurar possíveis crimes como desvio de recursos públicos, uso da máquina administrativa para fins políticos e organização de ataques virtuais contra adversários. A Polícia Federal deverá investigar os responsáveis, a origem dos recursos e a estrutura do suposto grupo.

Comentários


Mais Lidas

bottom of page