Furlan deixou a conta para o povo pagar: mais de R$ 1,2 milhão em dívidas previdenciárias batem na porta de Macapá

A "herança maldita" do ex-prefeito Furlan continua pesando no bolso do trabalhador de Macapá. Enquanto o ex-prefeito afastado por corrupção, Dr. Furlan, segue candidato ao governo estadual, a conta que ele não pagou voltou para assombrar a cidade — e desta vez é a União Federal quem cobra, na Justiça, mais de R$ 1,2 milhão em contribuições previdenciárias que simplesmente sumiram dos cofres públicos. Isso mesmo: o dinheiro que deveria ter sido destinado à aposentadoria dos servidores e à seguridade social não foi pago nem parcelado na gestão Furlan. E agora, quem vai arcar com esse rombo é o contribuinte macapaense.
Os débitos cobrados pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional se referem aos anos de 2021 e 2022 — período em que Furlan comandava a Prefeitura. As competências incluem o 13º salário de 2021, as folhas de novembro daquele ano até fevereiro de 2022 e o mês de março de 2022. São três inscrições em Dívida Ativa da União que somam a bagatela de R$ 1.282.708,10 — dinheiro que poderia estar sendo usado em saúde, educação, infraestrutura, mas que agora será usado para pagar a irresponsabilidade de uma gestão que não respeitou nem os direitos previdenciários dos trabalhadores.
A realidade dos fatos mostra que Dr. Furlan entregou a Prefeitura com um passivo bilionário e, detalhe: não pagou sequer as contribuições obrigatórias ao INSS. O processo judicial já está tramitando na Justiça Federal e a União pede a execução fiscal imediata. Ou seja: a dívida está documentada, confessada e agora precisa ser quitada, com juros, correção e todo o custo que essa demora vai gerar. E adivinhe: quem paga é a atual administração — com o dinheiro que poderia estar asfaltando ruas, reformando escolas ou comprando medicamentos.












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