Clécio diz que transformação do Amapá saiu dos números e chegou à vida das pessoas
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Em entrevista à NC TV Band, governador destacou avanços em saúde, educação, segurança e emprego e afirmou que mudanças chegam às famílias.

Mais gente empregada, crianças alfabetizadas, novos hospitais, escolas reconstruídas e equipadas, reforço do policiamento e serviços que antes não existiam fora dos grandes centros. Para o governador Clécio Luís, mais do que obras ou números isolados, é o impacto dessas mudanças na vida dos amapaenses que representa a principal entrega de sua gestão.
Nesta sexta-feira (14), Clécio participou da rodada de entrevistas com candidatos ao Governo do Amapá no programa Bora Amapá, da NC TV Band Amapá, apresentado pelo jornalista Eric Queiroz. Questionado sobre qual considera sua maior realização após três anos e sete meses de governo, respondeu: a transformação vivida pelo estado.
“A maior entrega é a transformação que o Amapá está vivendo nesses últimos três anos. Uma transformação em várias áreas, que pode ser vista, sentida. Os números estão aí para comprovar e ela se reflete na vida das pessoas”, afirmou.
Transformação que chega onde antes faltava serviço

Na saúde, Clécio citou seis novos hospitais já entregues e outros oito previstos, além do novo Hospital de Emergência, que está em fase avançada. Também destacou a expansão de equipamentos e serviços para o interior.
Um dos exemplos usados pelo governador foi Oiapoque, que passou a contar com tomografia. Para Clécio, porém, a transformação não está simplesmente na aquisição do equipamento.
“Não é o tomógrafo que é a transformação. É o serviço que ele presta e as vidas que ele salva lá no Oiapoque”, resumiu.
A mesma lógica foi usada para falar da educação. Clécio afirmou que o Amapá saiu de 17% para 60% de crianças alfabetizadas na idade certa e destacou a entrega de 54 escolas, com novas estruturas, computadores e modernização.
Emprego muda a realidade dentro de casa
Na economia, Clécio apresentou um dos números que considera mais representativos da mudança ocorrida no estado. Segundo ele, o Amapá tinha cerca de 80 mil trabalhadores com carteira assinada em janeiro de 2023. Em junho deste ano, eram 108 mil.
São 28 mil empregos formais a mais no setor privado.

Para o governador, o número ganha significado quando deixa a estatística e entra na casa das pessoas. “Isso vai transformando a realidade do Amapá, mas principalmente a realidade daquela família”, disse.
Clécio também destacou os concursos públicos realizados durante sua gestão. Segundo ele, mais de 8 mil aprovados já foram convocados para áreas como Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros, Defensoria Pública e outros órgãos estaduais.
Segurança: menos crimes e mais policiais nas ruas
Ao ser questionado sobre a sensação de segurança nos bairros, Clécio afirmou que os investimentos realizados estão acompanhados pela redução dos indicadores criminais.
O governador destacou a queda de 85% nos roubos e citou ações como a Ronda Mini Box, criada para ampliar a presença policial junto a pequenos estabelecimentos comerciais. Também informou que o Estado adquiriu 530 novas viaturas e ampliou investimentos em armamento, inteligência e tecnologia.
Segundo Clécio, atualmente há 42% mais policiais nas ruas, sem considerar os novos agentes que ainda estão em formação.
“Todo mundo sabe que o nosso governo foi o governo que mais enfrentou as facções em todas as áreas. Não há uma área no Amapá ou em Macapá, qualquer município, em que a polícia não seja respeitada pelo cidadão e temida pelo criminoso”, afirmou.
Expofeira como retrato da nova economia
O governador usou a Expofeira 2026 como exemplo da movimentação econômica. Segundo ele, o evento reúne cerca de 700 empreendedores, desde ambulantes e pequenos produtores até restaurantes e grandes empresas.
Clécio relacionou esse ambiente ao que considera uma mudança mais ampla na economia amapaense, com geração de empregos, novos investimentos e preparação para oportunidades ligadas à exploração de petróleo na Margem Equatorial.
Entre as ações citadas estão a chegada da Petrobras ao Amapá, a instalação de sua base em Oiapoque e a presença de empresas do setor de óleo e gás no estado.
Qualificação para que os empregos fiquem com os amapaenses
Clécio também destacou o programa Qualifica Amapá Mais Empregos, lançado para capacitar 50 mil pessoas.
A estratégia, segundo ele, é preparar trabalhadores locais para as oportunidades que poderão surgir com os novos investimentos, especialmente na cadeia de petróleo e gás.
“O petróleo não vai nos pegar de surpresa. Nós estamos preparando para esse novo momento”, afirmou.
Para o governador, a preparação antecipada é fundamental para que as vagas sejam ocupadas prioritariamente por trabalhadores amapaenses, principalmente jovens.
“A bandeira maior é a bandeira do Amapá”
Na parte final da entrevista, Clécio foi questionado sobre a ampla aliança partidária construída em torno de sua candidatura à reeleição, reunindo legendas que nacionalmente ocupam campos políticos diferentes.
Ele afirmou que essa forma de construir alianças acompanha sua trajetória desde os mandatos como prefeito de Macapá e defendeu que a união ocorre em torno de interesses do estado.
“Nós colocamos o Amapá acima dos interesses partidários e eleitorais. Então não é um projeto para a eleição, é um projeto de Estado. É construir unidade, construir consensos em favor do nosso Estado e da nossa população. A nossa bandeira maior não é a do partido, a nossa bandeira maior é a bandeira do Amapá”, declarou.
Clécio encerrou comparando o momento econômico vivido pelo estado a uma “grande Expofeira aberta, sem prazo para acabar”, com negócios, empregos, investimentos e pessoas produzindo.
Para ele, é essa transformação já em andamento que sustenta o projeto apresentado aos amapaenses para os próximos quatro anos.
“Estamos hoje, no presente, trabalhando fortemente para o futuro, que vai ser melhor ainda”, concluiu.











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