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“Acordos Escusos”: Silvia Waiãpi faz novas acusações contra Furlan, amplia crise e ganha repercussão nacional

  • há 2 horas
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Em meio a repercussão da crise aberta no PL e na campanha do ex-prefeito ao governo, Dr. Furlan , onde em um vídeo a ex-deputada federal Silvia Nobre Lopes, a Silvia Waiãpi (PL), volta a acusar o ex-prefeito de Macapá afastado pelo STF acusado de corrupção, desta vez de fazer “acordos escusos” com o objetivo de “controlar o Amapá.


O caso vem ganhando repercussão nas redes sociais e em veículos da imprensa nacional ao trazer duras críticas ao ex-prefeito de Macapá, Antônio Furlan. Nas imagens, a ex-parlamentar classifica Furlan como "traíra" e "racista", reacendendo um embate político que se intensificou após ter sua candidatura barrada pelo Dr. Furlan, segundo ela.


Em entrevista recente a uma rádio local, Silvia elevou o tom das acusações ao afirmar que Furlan teria como objetivo "controlar o Amapá" por meio da construção de um projeto de poder familiar. Ele diz que o ex-prefeito está disposto a romper alianças e sacrificar parceiros políticos para alcançar esse objetivo.


"Traição eu não perdoo" disse ela no primeiro vídeo, e depois completou em outro: “Eu estava falando diretamente com ele. O projeto dele é a ascensão familiar de uma nova oligarquia com o objetivo de controlar o Amapá. Eles usam o discurso conservador como retórica para persuadir as pessoas, mas fazem acordos escusos, nem que para isso seja necessário 'decapitar' pessoas (politicamente). Ele tem essa tradição."


A ex-parlamentar não é a única que integra a lista de aliados traídos, entre eles Cirilo Fernandes e outros de grosso calibre como Patrícia Ferraz, Capiberibe, Acácio Favacho e Gilvan Borges — este último, inclusive, voltou a se aproximar politicamente de Furlan nos últimos dias.


Silvia Waiãpi perdeu o mandato de deputada federal em decorrência da retotalização dos votos determinada após a mudança de entendimento do Supremo Tribunal Federal sobre as regras das chamadas sobras eleitorais. Posteriormente, o Tribunal Regional Eleitoral do Amapá cassou o seu mandato por uso irregular de recursos do Fundo Eleitoral para pagamento de uma harmonização facial.



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