DaLua diz que irmãos Furlan usavam a Promotoria de Investigação Criminal do MP/AP para perseguir adversários
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Após o vazamento de conversa gravada ilegalmente entre o então presidente da Câmara de Macapá, Pedro DaLua, e o presidente do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre, em setembro do ano passado, publicado nessa terça-feira, 24, em primeira mão pelo site Metrópole, o hoje prefeito interino de Macapá se pronuncia sobre o caso e acusa diretamente os irmãos Antônio e João Furlan de usarem a Promotoria de Investigação Criminal do Ministério Público do Amapá, do qual o promotor de justiça afastado, João Furlan, foi titular, para perseguir e monitorar adversários.

João Furlan foi afastado em 26 de janeiro pelo Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) por 60 dias. Ele é investigado pela Polícia Federal e Ministério Público Eleitoral em uma ação que trata de suposta compra de votos nas eleições municipais de 2020. O CNMP também abriu processo administrativo para apurar a participação do promotor em esquemas proibidos.
DaLua explica ainda que a conversa estabelecida com o senador Davi, foi de buscar ajuda e orientação para resolver impasse com a gestão Furlan. Ainda segundo ele, Davi o orientou a tomar medidas jurídicas contra o município de Macapá. “Tudo dentro da legalidade”, completa DaLua.
“Lamento o vazamento ilegal de um grampo criminoso… fui perseguido desde quando virei presidente da Câmara Municipal de Macapá pelo Furlan e pelo seu irmão promotor”, afirma o prefeito interino.











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