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Josiel diz que acordo Mercosul–União Europeia abre novo horizonte para o Amapá no mercado global

  • 18 de mar.
  • 2 min de leitura

A promulgação pelo Senado do Decreto Legislativo nº 14/2026, que viabiliza o Acordo de Comércio entre o Mercosul e a União Europeia, representa uma vitória histórica para o Brasil — e, de forma ainda mais estratégica, uma oportunidade transformadora para o Amapá. É o que identifica o presidente do Sebrae no Amapá, Josiel Alcolumbre (foto), ao olhar para a fronteira Oiapoque/Guiana Francesa.


Na prática, o acordo abre caminho para a expansão dos negócios transfronteiriços com o lado francês, fortalecendo a posição geográfica privilegiada do estado. Com menos barreiras e um regime tributário mais favorável, produtos da bioeconomia amapaense, por exemplo, poderão atravessar a fronteira com mais facilidade, ganhar escala logística e alcançar diretamente o exigente e amplo mercado europeu.


“Estamos diante de uma oportunidade real de internacionalizar os pequenos negócios do Amapá, aproveitando nossa posição estratégica na fronteira com a Guiana Francesa. Nosso papel será preparar os empreendedores para competir, inovar e acessar esse mercado global com qualidade e sustentabilidade. O Amapá deixa de ser periferia e passa a ser porta de entrada para o mundo", visualiza o presidente do Sebrae/AP, Josiel Alcolumbre.


Produtos da bioeconomia amapaense


Esse novo cenário visualizado pelo presidente do Sebrae, projeta o Amapá como uma ponte comercial entre a América do Sul e a Europa. Itens produzidos localmente — da agricultura familiar à bioeconomia — passam a ter potencial competitivo em um universo de mais de 750 milhões de consumidores, ampliando oportunidades de renda, emprego e desenvolvimento sustentável.


Nesse processo, o papel do Sebrae Amapá será decisivo. Com atuação estratégica, a instituição se posiciona como agente fundamental na preparação de micro e pequenos empreendedores, oferecendo capacitação, orientação e conexões para inserção nesse novo ambiente internacional.


Mais do que um acordo comercial, trata-se de um marco que reposiciona o Amapá no mapa global dos negócios. O estado, historicamente marcado por desafios logísticos e de integração econômica, agora vislumbra um salto de competitividade.

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